Psicólogas quase meninas. E elas acreditam num futuro melhor!

Lindas, cheias de vitalidade e com visão privilegiada acerca das nuances do mundo em que vivem. Muitas jovens saem da faculdade hoje orgulhosamente portando um diploma de psicóloga. E externam franca disposição de investir seu potencial para ajudar o ser humano...

A cuiabana Isabelle de Campos Correa, 22 anos, formou-se recentemente em psicologia pela Universidade de Várzea Grande-MT, a popular Univag. Até ontem, ela era apenas mais uma menina que brincava com suas amiguinhas no bairro Coophamil, frequentando a Igreja São José nos finais de semana, ao lado dos pais. Isabelle nem imaginava por essa época que se tornaria psicóloga imbuída de visão determinada para auxiliar seus semelhantes. A menina de ontem se tornou uma adulta precoce, disposta a investir no próprio potencial em prol de avanços sociais diversos.

“Agora, vou estudar dobrado, rumo à pós-graduação. Dedicação total. Já estou à procura de uma sala para começar a atender. Atualmente, trabalho no RH de um órgão do Estado (MTPrev). Sinto-me, enfim, 100% realizada com essa nova fase de desafio, jornada inédita imposta em minha vida. Tem sido, aliás, muito proveitoso o trabalho desenvolvido e a coleta de frutos desse empenho pessoal. A atração pela psicologia se uniu assim ao profissionalismo, que entendo ser importante processo norteador de novos horizontes. Mesmo após ter saído da faculdade, a cada dia aprendo coisas novas, interessantes…”

Isabelle: sonho realizado

Isabelle acentuou ainda que seu maior atrativo pela psicologia teve como base inicial a vontade de auxiliar as pessoas a superarem fases ruins. A sensação de desamparo – testemunhada em muitas – acendeu nela forte desejo de estender ponte confiável de ajuda.

“Foi a primeira coisa que despertou meu sentimento de opção pela psicologia. Na sequência, percebi que ia muito além disso: ajudando as pessoas, automaticamente eu me ajudaria também, conforme já acontece, pois adquirimos um autoconhecimento muito grande. A partir daí, é facultado com que outros também participem desse processo, beneficiando-se. A psicologia, resumindo, é um campo apaixonado que escolhi para trilhar com convicção feliz”.

POLLYANNA: “SER PSICÓLOGA TERMINOU SENDO UMA ASPIRAÇÃO NATURAL E DE PERSISTENTE COBRANÇA ÍNTIMA. NÃO ME VIA ATUANDO EM NENHUMA OUTRA ÁREA QUE NÃO FOSSE ESSA…”

Pollyanna da Silva Queiroz: direto do Colégio Salesiano São Gonçalo para o curso de Psicologia da UFMT

Outra cuiabana, Pollyanna da Silva Queiroz, 21 anos, universitária em psicologia pela Universidade Federal de Mato Grosso, também já estagiando, confessa que nutria persistente sonho de ser psicóloga desde a fase adolescente, quando estudava no Colégio Salesiano São Gonçalo. Saiu de lá disposta a se formar em psicologia. “De todos os cursos, era o único que me atraía com impetuosidade. Inicialmente, ingressei em engenharia florestal, mas abri mão dessa opção após surgir vaga em psicologia. Aí, nem pensei duas vezes…”

Identicamente a Isabelle, Pollyanna também reconhece que a psicologia oferece cenário ilimitado de aprendizado idêntico aos seus militantes. “Aprendemos muito enquanto atuamos no dia a dia. É algo prazeroso saber que podemos ajudar as pessoas de uma forma muito especial. O trabalho de psicóloga requer atenção carinhosa e cuidados em cada gesto e palavras. O leque de bons resultados da nossa ação depende do quanto nos esforçamos para fazer a coisa certa. Só posso dizer que a psicologia é encantadora sob todos os aspectos”.

Por João Carlos de Queiroz

 

 

 

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