Ser professor pode ser sonho precoce, decorrente de tempos possivelmente imberbes. Explico…
Por vezes, comprovou-se, mesmo simples bebês exibem desejo precoce pelo ensino.
Se os pentelhos exigem brinquedos esquisitos – sem funções de entretenimento no contexto do seu período inocente -, ou se divertem “lendo” livros pelos cômodos do domicílio, é mistério que requer estudos científicos complexos.
“Pode ser simplesmente um espírito que voltou”, dizem os médiuns.
Quem morreu – eis um eterno mistério – consegue retorno?
Educadora Ilzamar Souza (TDE – Técnica de Educação Especializada) explica qual é sua visão acerca dessa busca antecipada por conhecimento…
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Sem ser indiferentes, e sob pressões de pontos desconexos, inclusive dos próprios embriões, os gestores desses gênios de berço [detentores de sede de conhecimento precoce] querem é entender como seu filho se situou de modo superior sobre os comuns terrestres.
Muitos, lógico, se surpreendem e sentem medo, temerosos de incorrer em confronto direto com princípios divinos.
O pequenino, indiferente, prossegue feliz no seu mundo inocente…
Eis um professorzinho pronto!
O certo é que os inteligentes em excesso existem em número impreciso, sem distinções de cor, físico e origem.
Um excelente professor pode ter sido um mero roceiro, residente num sítio simplório, perdido nos rincões tupiniquins.
Tenho um primo que morou em Pires, velho distrito mineiro. Lembro dele correndo pelo sítio com dor de dente. Dores que o fumo sempre inibiu…
Ele se tornou exímio professor em Belo Horizonte, depois de exitoso percurso consecutivo nos estudos, por longo período; troféus que seu esforço persistente possibilitou.
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Os jovens têm foco preciso em questões do tipo. É por isso que conseguem ser um eixo preciso de equilíbro tecnológico.
Resumindo: estudem sem interrupções. O futuro é o hoje do seu esforço!
OBS: Texto acima SEM a letra A {à exceção da legenda da foto e minha assinatura]
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