Larvas devoram cão que foi abandonado num sítio do Manso; protetora tenta resgatá-lo

Animal uiva de dor dia e noite, sem que ninguém o socorra. Um turista registrou sua agonia. Caso chegou ao conhecimento de protetora, que está tentando angariar recursos para bancar o translado do animal. Diretoria da Bem-Estar Animal de Cuiabá será acionada para o resgate

Conforme é praxe, animais confinados em sítios, fazendas e chácaras, geralmente padecem de fome e todo tipo de maus-tratos. Isso, quando não são devorados por onça, jacaré, ou mortos por tamanduá bandeira e todo tipo de répteis.

As raras exceções acontecem quando os animais do campo são criados por pessoas sensíveis à causa animal. Mas, via de regra, entregar um animal à área campestre, na triste ilusão de que será feliz, é condená-lo precocemente à morte: ele vai padecer com torturas e mortes impensáveis por parte de chacareiros, sitiantes, etc…

Sem falar de acidentes e doenças que possam prostrá-los, levando-os a óbito.

O caso desse cachorro que se encontra quase agonizante num sítio na região do Manso, pouco depois da barragem, é apenas mais um. Trata-se de um Orelha mato-grossense, entre milhões de caninos e outros bichos que sofrem horrores nesse Brasil e mundo afora.

O animal em questão, segundo o autor do vídeo, está sendo literalmente devorado por larvas; infestação que se tornou desespero de dor, agonia ininterrupta…

O mais revoltante é que há pessoas em trânsito contínuo pela área desse sítio. No entanto, nenhum deles, mesmo com veículos, teve a dignidade de se apiedar do sofrimento do animal, resgatando-o para evitar que tenha uma das mortes mais horríveis do planeta. Imagine ser comido dia e noite por bichos…

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Essa infestação de larvas é visível a olho nu, e há várias partes do animal que se apresentam em carne viva e com grave infecção (pus).

Nenhum dos visitantes do Manso, ou moradores, se preocupou sequer em alimentá-lo, quanto mais medicá-lo ou providenciar o socorro que merece.

Solitariamente, uma protetora está se mobilizando para tentar buscá-lo. Mas como se trata de viagem longa, 250 km de ida e volta, ela não tem dinheiro para bancar esse custo. O restante já conseguiu: internação e medicamentos. É uma situação de extrema urgência.

EIS O CONTATO E PIX DELA Pix: (65) 99325-7826.

Por João Carlos de Queiroz

Foto viatura da BEM-ESTAR: Divulgação SECOM/CUIABÁ

 

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