“Humanos são cemitérios ambulantes de animais”, afirma médium kardecista

Um médium kardecista {a pedido, omitirei seu nome} me disse algo interessante certa ocasião: algumas entidades (espíritos) sentem repugnância dos encarnados (vivos) pelo fato de que eles carregam restos de animais no corpo. Em suma: cadáveres.
Consequentemente, o corpo humano nada mais é do que um cemitério móvel de tudo quanto é tipo de animais: bovinos, suínos, equinos, ovinos, aves e distintas espécies silvestres…
Os espíritos dizem que a alma dos animais costuma acompanhar quem ingeriu seu corpo terrestre. “Como eles são seres igualmente iluminados na essência da divindade, não aceitam esse despojamento das suas vestes terrestres”.
Lógico que a raça humana contesta veementemente tudo que possa privá-lo de promover chacina de animais para se esbaldar em churrascadas. Dane-se a alma do bicho morto!
Explica -se assim os eventuais mal-estar geral/ em quem se alimentou de qualquer animal. “Foi só comer um pedacinho do pernil e ele já começou a passar mal”, ouvimos dizer com frequência.
E ainda que o consumo de carne animal aconteça vez ou outra, segundo análise do referido médium, as fibras dos imolados permanecem nos intestinos aproximadamente 60 a 70 dias, decompondo-se lentamente. As entidades conseguem visualizar essa putrefação interna…
O consumo regular de carne animal pelos humanos não é compreensível na ala espiritual. Os homens se assimilam – no olhar de quem agora reside em esferas de luz superior – em vorazes carniceiros, independentemente da classe dos ambientes nos quais se alimentaram.
*Trata-se de exposição individual de um militante espírita. Outros já têm opiniões adversas do que expus acima.
JCQ

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