Honda CBR1000RR-R Fireblade SP 2026, ainda mais radical

Objeto de profunda atualização técnica que incluiu motor, ciclística, eletrônica, aerodinâmica e ergonomia, a Honda CBR1000RR-R Fireblade 2026 se reafirma como a superesportiva de referência, genuíno cartão de visitas tecnológico da maior fabricante de motocicletas do planeta.

Desde o seu lançamento, em 1992, a Fireblade é considerada uma referência entre as motocicletas superesportivas. Vencedora nas pistas e escolha preferencial dos mais exigentes pilotos amadores para uso em track days, a CBR1000RR-R SP representa o ápice da atual tecnologia Honda, resultado direto do constante investimento da empresa no motociclismo de competição.

A Fireblade SP 2026 atual é fruto de um longo processo de desenvolvimento que teve início em 2020, ano em que surgiu a primeira CBR1000RR-R Fireblade SP. Tal modelo, projetado sob a supervisão da HRC – Honda Racing Corporation, se baseava nas tecnologias desenvolvidas para o motor e chassis da Honda RC213V-S – a única verdadeira MotoGP homologada para as ruas –, cuja aerodinâmica derivou diretamente da RC213V usada na MotoGP.

A evolução sucessiva, o modelo comemorativo do 30º aniversário de lançamento da Fireblade, se consolidou como a melhor superbike de série do mercado, com aperfeiçoamentos importantes no motor, na eletrônica e sistema de freios.

Agora, um novo ciclo de desenvolvimento premia a Fireblade SP 2026, aperfeiçoada através de diversas atualizações. Ajustes no motor e na refinada eletrônica melhoraram de modo significativo a maneira com a qual a potência chega à roda, favorecendo a aceleração e o controle da parte do piloto. O chassi, agora mais flexível, oferece um novo padrão de controle em curvas, mais eficaz, que em conjunto a uma nova posição de pilotagem proporciona uma sensação de controle superior. As suspensões Öhlins e o sistema de freios Brembo de elevada especificação complementam o novo pacote técnico da Fireblade SP 2026, uma motocicleta efetivamente pronta para o uso em pista e, ao mesmo tempo, uma superesportiva que jamais se distanciou do conceito “Total Control” inaugurado pela Fireblade pioneira, a CBR900RR de 1992.

  1. Generalidades do modelo

O motor de quatro cilindros em linha da Fireblade SP 2026 tem medidas idênticas de diâmetro e curso às da RC213V usada no Mundial de MotoGP e, entre outros requintes técnicos, dispõe de bielas produzidas em titânio. Também derivado da moto de competição é o sistema de alimentação do Airbox (caixa do filtro de ar), com tomada de ar situada no ponto de maior pressão aerodinâmica da porção frontal da carenagem, onde um duto contorna a coluna de direção para alcançar o sistema de alimentação de modo mais retilíneo possível.

O motor da Fireblade SP entrega 11,4 kgf.m de torque e uma potência máxima de 215 cv. Nesta versão 2026, a entrega de potência em todas as faixas de rotações foi completamente alterada, fruto de um grande trabalho de desenvolvimento capitaneado pela HRC, e que teve como princípio otimizar a aceleração em saídas de curvas e oferecer uma potência máxima impressionante.

O sistema TBW – Throttle By Wire agora dispõe de dois atuadores, o que melhorou o controle em situações de aceleração parcial assim como garantiu maior eficiência do freio-motor. A taxa de compressão foi elevada, os dutos de aspiração redesenhados assim como foi alterado o sincronismo de acionamento das válvulas, que agora tem novas molas. O virabrequim está mais leve e todas as relações do câmbio foram encurtadas para aumentar o poder de tração.

Os tubos do sistema de escape 4-2-1 são ovalizados e confluem para uma ponteira Akrapovič de titânio, com capacidade volumétrica ampliada e 5 dB mais silenciosa.

Os três Riding Modes (modos de pilotagem) foram pensados para atender a grande maioria das condições de uso, e permitem ajustar totalmente os parâmetros de potência (P), freio-motor (EB), empinada (W), o HSTC – Honda Selectable Torque Control e o ajuste de suspensões. As configurações dos modos de pilotagem foram revisadas de acordo com o novo padrão de desempenho oferecido pelo motor. O pacote eletrônico também inclui o Launch Control ajustável e o Quickshifter de série.

O chassi de alumínio segue a arquitetura Diamond e utiliza a parte traseira do motor como suporte superior do amortecedor, enquanto a balança traseira tem seu projeto baseado no modelo que equipa a RC213V-S. O equilíbrio entre flexibilidade e rigidez do chassi foi cuidadosamente otimizado, com objetivo de explorar o desempenho do motor e permitir maiores níveis de aderência na dianteira e traseira, além de melhor precisão da direção.

A IMU – Inertial Measurement Unit de seis eixos fornece uma estimativa em 3D da dinâmica de pilotagem e abastece de informações todos os sistemas eletrônicos. Ela também controla o amortecedor de direção eletrônico HESD – Honda Electronic Steering Damper, de três níveis.

A CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 é a primeira motocicleta do mundo a utilizar a terceira geração da suspensão Öhlins Smart Electronic Control (SE-C3.0). Na dianteira a suspensão invertida é a NPX SV (Semi active Electronic Control 3.0) de Ø 43 mm enquanto o amortecedor traseiro é o TTX36 (SV), sistema com padrão de competição e ajustes gerenciados pela interface OBTi – Öhlins Object Based Tuning, sistema que permite a regulagem da pré-carga da mola pelo painel de instrumentos.

Nos discos dianteiros atuam as novas pinças Brembo Stylema R. O ABS permite ajuste para uso em estrada ou pista (modo RACE), assim como há a possibilidade de desativar o ABS traseiro.

A seção central da carenagem foi redesenhada e abriga novas aletas que geram downforce para melhorar a estabilidade na frenagem e maior aderência da dianteira, com 10% menos de esforço em curvas de alta velocidade. A posição de pilotagem também foi ajustada para aumentar o controle, com guidão mais alto e pedaleiras mais baixas. O painel TFT de 5 polegadas totalmente personalizável oferece controle intuitivo por meio de um interruptor de quatro posições no guidão esquerdo. Agora, na partida a frio, a escala de rotações máximas é alterada à medida que a temperatura de operação sobe.

O sistema Smart Key da Honda oferece conveniência e praticidade, e o ESS – Emergency Stop Signal aumenta a segurança passiva, alertando motoristas quando ocorrer uma frenagem emergencial.

 

  1. Características principais

3.1 Design & aspectos práticos

  • Carenagem lateral com novas aletas, para maior agilidade
  • Carenagem inferior redesenhada, para melhor tração
  • Painel TFT de 5” com alerta de temperatura ideal de exercício
  • Tanque de combustível com 16,5 l (+0,4 l)

O design agressivo da carenagem não é um mero exercício de estilo: tais formas buscaram obter o maior coeficiente de penetração aerodinâmica do segmento das superesportivas, limitando a tendência à empinada e a melhora da estabilidade em frenagem.

A parte central da carenagem traz aletas redesenhadas e posicionadas mais à frente, que agora geram maior downforce – reduzindo a tendência à empinada durante a aceleração e aumentando a estabilidade nas frenagens e nas entradas de curvas. O novo desenho também reduziu as oscilações laterais em 10%, facilitando a tomada de curvas de alta velocidade.

Superfícies convexas nas laterais do para-lama dianteiro conduzem o fluxo de ar para os lados da carenagem. O ar direcionado aos radiadores do líquido de arrefecimento e do óleo é otimizado pela pressão aerodinâmica que flui da roda dianteira.

O novo formato da carenagem inferior se estende até o pneu traseiro e direciona o fluxo aerodinâmico para o solo, melhorando a pilotagem e a tração tanto em condição de piso seco quanto molhado.

Para permitir que o ar flua ao redor dos pés do piloto com mínima resistência, as laterais do para-lama traseiro foram cuidadosamente conformadas, com a parte superior dotada de recortes para expulsão do ar que sobe pelos lados da balança da suspensão traseira, diminuindo assim o efeito de elevação em alta velocidade.

O tanque de combustível foi redesenhado e o novo formato tanto permite ao piloto alcançar uma posição mais recolhida atrás da carenagem, reduzindo a área frontal, como um melhor apoio dos joelhos. A capacidade de combustível foi aumentada em 0,4 l, alcançando 16,5 l no total. Com um ângulo de 35°, o para-brisa canaliza suavemente o fluxo de ar da carenagem superior sobre o piloto e a rabeta, que apresenta a mínima resistência aerodinâmica possível.

O exato controle dos sistemas da Fireblade tem como principal instrumento a tela TFT colorida de 5 polegadas, de alta resolução. Totalmente personalizável e intuitiva, exibe exatamente o que o piloto deseja ver. No punho esquerdo, um compacto comando de quatro vias, rápido e de fácil utilização, define os parâmetros dos Riding Modes e alterna as informações exibidas na tela.

Uma nova função reduz o limite de rotação para 8.000 rpm durante o período de aquecimento do motor. Conforme a temperatura do líquido de arrefecimento atinge a faixa ideal de operação, o limite de rotação sobe para pouco mais de 14.000 rpm.

O sistema Smart Key da Honda ativa a ignição sem a necessidade de utilizar uma chave mecânica, além de travar o guidão. Isso é conveniente para o uso diário e permitiu a adoção de uma mesa superior de competição, com espaço ideal para o sistema de admissão de ar forçado. A CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 também possui ESS – Emergency Stop Signal, que em caso de frenagem brusca aciona os indicadores de direção para alertar os usuários da via sobre uma situação de perigo potencial.

3.2 Motor

  • Novo TBW – Throttle By Wire com dois atuadores
  • Três Riding Modes predefindos
  • Potência, freio-motor, tração, controle de empinada personalizáveis 
  • HSTC – Honda Selectable Torque Control de nove níveis, reajustado
  • Launch Control de 4 níveis

A CBR1000RR de 2017 foi a primeira Honda com motor de quatro cilindros em linha a utilizar o sistema TBW – Throttle By Wire. Derivado e desenvolvido a partir do sistema usado na RC213V-S, ele controla o ângulo das borboletas de admissão, proporciona uma entrega linear de potência e oferece a necessária sensibilidade à mão do piloto no comando do acelerador.

Para levar o motor a um patamar superior de eficiência, o TBW agora se vale de um sistema de dois atuadores: um para os cilindros 1 e 2 e outro para os cilindros 3 e 4. Com acelerador fechado, ou em fases de transição, as borboletas que alimentam os cilindros 1 e 2 antecipam sua abertura para ajustar com precisão a potência e gerar flutuações na rotação do virabrequim. Isso deixa o motor muito mais fácil de controlar em baixas rotações. À medida que as rotações aumentam, todas as borboletas se abrem simultaneamente, proporcionando uma entrega suave de potência em altas rotações.

Outro benefício do sistema TBW com dois atuadores é o incremento do freio-motor. Com o acelerador totalmente fechado durante a desaceleração, as borboletas dos cilindros 3 e 4 abrem enquanto as válvulas situadas no sistema de escape permanecem fechadas, visando aumentar as chamadas perdas por bombeamento do motor e, portanto, elevar a capacidade do freio motor, enquanto as borboletas dos cilindros 1 e 2 permanecem fechadas, prontas para abrir suavemente na aceleração sucessiva.

O sistema HSTC – Honda Selectable Torque Control pode ser ajustado em 9 níveis (mais OFF). O nível 1 oferece a intervenção mais branda enquanto o 9 a mais intensa. O HSTC funciona comparando a rotação da roda dianteira com a da traseira, e sua atuação se baseia em valores predefinidos para cada nível selecionado. Na Fireblade SP 2026 os parâmetros foram revisados levando em conta as diferentes características de entrega de potência e novas relações do câmbio.

Os três Riding Modes permitem ajustar o caráter da Fireblade SP 2026 à diferentes tipos de uso e/ou preferências. Em P (potência) o ajuste vai do nível 1 ao 5, sendo 1 a potência máxima. Em EB (freio-motor) há ajuste de 1 a 3, sendo 1 o freio-motor mais intenso. O modo W (empinada) usa informações da IMU – ângulo de inclinação e velocidade das rodas dianteira e traseira –, e controla a empinada sem sacrificar a tração. Atua em níveis de 1 a 3 (além da opção OFF), sendo 1 a intervenção mais fraca.

A Fireblade SP 2026 dispõe do Launch Control para largadas. O sistema limita a rotação do motor a pontos predefinidos – 6.000, 7.000, 8.000 e 9.000 rpm –, mesmo com o acelerador totalmente aberto, permitindo que o piloto se concentre apenas na embreagem. O Quickshifter de 3 níveis proporciona trocas de marcha extremamente rápidas, com corte mínimo da potência.

3.3 Ciclística

  • Chassi revisado para maior precisão e percepção do grip
  • Suspensões eletrônicas Öhlins – ajuste da pré-carga via painel
  • Freios Brembo Stylema R, pinças montagem radial de 4 pistões 
  • Cornering ABS com 3 opções (STD/TRACK/SPORT)

O chassi tipo Diamond de alumínio tem paredes com espessura de 2 mm. No processo de fabricação, após a soldagem dos quatro componentes da estrutura principal, os suportes do motor são fixados em seis pontos, individualmente, procedimento que contribui para uma maior precisão que resulta em melhor maneabilidade.

Praticamente 1 kg foi a redução do peso obtida através de modificações no chassi e parafusos de fixação do motor à estrutura, todavia, o maior objetivo foi o de alcançar o equilíbrio ideal entre rigidez e flexibilidade, visando maior precisão do sistema de direção e melhora da maneabilidade. A rigidez lateral do chassi foi reduzida em 17%, com 15% menos rigidez torcional.

A distância entre eixos diminuiu 5 mm, com ângulo de cáster e trail de 24°7’/102 mm. O peso em ordem de marcha é de 201 kg. A distribuição de peso entre dianteira/traseira é equilibrada em 53%-47%, enquanto o baricentro está em um ponto estudado para conciliar agilidade com as rápidas mudanças de direção.

A balança traseira – construída com 18 componentes de alumínio, é igual à utilizada na RC213V-S – com 622,7 mm de comprimento. Seu balanceamento entre rigidez horizontal e vertical foi estudado para conseguir aderência e estabilidade excepcionais.

Para isolar a roda traseira das influências derivadas da movimentação do chassi na área da coluna de direção, o suporte superior da suspensão traseira Unit Pro-Link está ancorado à parte posterior do motor. Tal recurso tornou desnecessária a travessa de ligação entre as laterais do chassi, melhorando a estabilidade em alta velocidade e a capacidade de tração.

Tubos de alumínio redondos e de parede fina compõe o subchassi que sustenta o assento e rabeta. Sua fixação ao quadro se dá pela parte superior, recurso que visa reduzir a área no entorno do tanque de combustível e assento. O resultado é uma posição de pilotagem compacta e aerodinamicamente eficiente. A altura do assento é de 832 mm e a posição de pilotagem foi sutilmente ajustada para permitir maior liberdade de controle – o guidão está 19 mm mais alto e 23 mm mais recuado, com as pedaleiras 16 mm mais baixas.

A CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 é a primeira motocicleta de produção no mundo a adotar a terceira geração da suspensão dianteira invertida Öhlins S-EC3.0 (Semi active Electronic Control 3.0) NPX de Ø 43 mm e o amortecedor TTX36 (SV). O sistema aprimora a qualidade da pilotagem e a estabilidade em curvas de alta velocidade, além de oferecer ao piloto extrema sensibilidade quanto à aderência do pneu dianteiro. A suspensão dianteira é fixada por mesas superior e inferior produzidas em alumínio forjado.

Em conjunto com o hardware, a interface Öhlins OBTi (Öhlins Object Based Tuning), proporciona um ajuste muito mais preciso da suspensão dianteira e traseira, que podem ser configuradas de modo independente e diferente da configuração padrão de fábrica. Três opções individuais podem ser definidas e armazenadas, permitindo que o piloto escolha por opções adequadas a parâmetros diversos (condições do clima, desgaste do pneu ou nível de combustível), e inclusive as alterne instantaneamente durante a pilotagem. Uma novidade no sistema de suspensões desta Fireblade SP 2026 é a possibilidade de ajustar a pré-carga das molas da suspensão dianteira e da traseira através do painel de instrumentos, que recomenda a configuração correta de acordo com o peso do piloto.

As novas pinças de freio Brembo Stylema R, de quatro pistões com montagem radial, são acionadas por um cilindro mestre e manete de freio Brembo, oferecendo desempenho de frenagem elevado mesmo nas altas temperaturas típicas da utilização em pista. Os discos tem Ø 330 mm e 5 mm de espessura, dissipando o calor de forma eficiente. A pinça de freio traseira é a mesma utilizada na RC213V-S, também Brembo.

A IMU – Inertial Measurement Unit de seis eixos Bosch fornece dados precisos de inclinação e rolagem para um controle exato do comportamento da moto. A Fireblade SP também está equipada com o HESD – Honda Electronic Steering Damper, o amortecedor de direção eletrônico da Showa, um sistema leve montado sob a coluna de direção e fixado à mesa inferior. O HESD é controlado pelos sensores de velocidade das rodas e pela IMU, e tem três níveis de graduação disponíveis.

O Rear Lift Control, sistema que monitora a elevação da traseira, e o Cornering ABS permitem três níveis de configuração: STANDARD, voltado ao desempenho em estradas, com alta força de frenagem, enquanto o modo TRACK oferece uma frenagem mais agressiva, adequada às altas velocidades no uso em pista. O modo RACE desativa completamente a função ABS traseira, e o Cornering na dianteira.

A roda traseira de alumínio fundido de 17 polegadas com 5 raios utiliza um pneu 200/55-ZR17, o que reduz ao mínimo a variação na geometria do chassi ao substituir os pneus de série para pneus slick. A roda dianteira de alumínio fundido com 5 raios utiliza um pneu 120/70-ZR17.

  1. Preço, cor, garantia

A Honda CBR1000RR-R Fireblade SP 2026 estará disponível na rede de concessionários a partir de meados de março. A garantia é de 3 anos, sem limite de quilometragem, mais Honda Assistance, um serviço gratuito por todo o período da garantia do produto. A cobertura abrange, além do Brasil, a Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. O intervalo de manutenção é de 6.000 quilômetros ou 6 meses após a primeira revisão, que deve ocorrer com 1.000 quilômetros ou 6 meses. O preço público sugerido, base São Paulo/SP, que não inclui despesas com frete e seguro é de R$ 189.174,00.

A nova Fireblade estará disponível na cor Vermelho Grand Prix, com um grafismo arrojado que mescla azul e branco ao vermelho predominante. Tal composição cromática está associada à HRC – Honda Racing Corporation desde a sua fundação é a característica das motos oficiais da Honda nas competições.

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Honda Motos, em Manaus. De lá para cá, a unidade produziu mais de 30 milhões de motos, com destaque para a CG, veículo mais vendido do Brasil, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Motores e Máquinas, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores e cortadores de grama. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, administradora de consórcios referência no mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados e, pouco tempo depois, em 1997 a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção, em Sumaré (SP). A segunda planta de automóveis da marca, construída na cidade de Itirapina (SP), foi inaugurada em 2019 e concentra, atualmente, toda produção dos modelos locais, enquanto a unidade de Sumaré se consolida como centro de produção de motores e componentes, desenvolvimento de produtos, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda. Atualmente, mais de 2 milhões de automóveis da marca já foram produzidos em solo nacional. Durante esses anos, a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica das plantas de automóveis no interior de São Paulo e do escritório na capital paulista, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil.

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