Com receio de ser enganado e ingerir carne de cachorro, brasileiro vem optando pelo consumo de frango
O coronavírus veio somente reforçar a sórdida "popularização" dos estranhos hábitos alimentares do povo chinês, que consome cachorros, morcegos, ratos, baratas e até fetos humanos (considerado produto afrodisíaco).
O consumo de aves, mais explicitamente frangos, vem se tornando hábito crescente no Brasil. Não por conta da alta abusiva nos preços da carne bovina e/ou suína, mas explicitamente por causa dos últimos flagrantes policiais de revenda enganosa de carne de cachorro/gato em açougues e restaurantes brasileiros, inclusive sob encomenda antecipada. Os comerciantes nem suspeitavam que a carne adquirida era de procedência canina. A Vigilância Sanitária intensificou uma série de ações fiscalizatórias, desde então.
Isso acontece na esteira da pandemia do coronavírus na China e mundo afora, vírus suspeito de ser contraído pelo consumo exacerbado de morcegos e ratos pelos orientais. Os chineses consomem ainda cachorros, baratas, aranhas, etc… Ou seja: o que esboçar algum movimento de vida, vira quitute prazeroso na China.
O Brasil não está imune a estranhezas do tipo: recentemente, a Polícia brasileira efetuou flagrante escandaloso no Nordeste, onde um professor de artes marciais vendia pastelão à base de carne humana em praça pública. O pastelão ganhou fama pelo sabor primoroso da carne, tornando-se ponto de referência da boa culinária nordestina.
A Polícia chegou ao professor ao investigar alguns crimes. Além de matar seus desafetos, ele os esquartejava como qualquer açougueiro retalha um boi, retirando a carne para rechear o pastelão. Havia restos de cadáveres na geladeira da casa.
Já no caso dos indefesos cães, transformados em linguiça e em cortes diversos de carne no território brasileiro, inclusive em Várzea Grande-MT, são vários os flagrantes efetuados pelas Polícias Militar/Civil. A Polícia tem descoberto dezenas de animais confinados em condições insalubres (enjaulados, com fome e sede), enquanto outros jaziam mortos, dependurados em ganchos similares aos de açougue.

As cenas postadas na internet são revoltantes e impactantes. Principalmente, pela frieza covarde dos criminosos ao chacinar animais inocentes e comercializar sua carne (que é proibida no Brasil) como se fosse bovina e suína. Porém, fica a dúvida: será que não existem outros praticando o mesmo crime impunemente em pontos distintos do território nacional?
Assim, temerosa de que a suposta carne bovina adquirida em determinado supermercado ou açougue seja genuinamente canina, grande parte da população brasileira está preferindo aderir ao frango. Essa procura excepcional por aves também já levou à matança indiscriminada de urubus no Brasil, cuja carne vinda sendo comercializada como galinha caipira num dos extremos do país. Outro flagrante vergonhoso da audácia criminosa em solo pátrio.
Por João Carlos de Queiroz
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