E se as eleições presidenciais fossem hoje?

Pela imprecisão de destinos do país {e do mundo inteiro}, em decorrência do império de mortes pela covid-19, sequer podemos estimar que teremos eleições presidenciais. Pessimismo em excesso? Não diria: ao passar dos 300 mil óbitos no Brasil, com os casos de covid-19 se avolumando dia após dia, é difícil acalentar esperanças. Eleição não é a prioridade de momento.

Mas, pandemias à parte, no caso do Brasil já se fala muito nos possíveis nomes (presidente/vice) cotados para subir a rampa do Planalto, na condição de vitoriosos do certame eleitoral.

Independente do rol de pré-candidatos, mais uma vez surgem figuras desgastadas no conceito popular, a exemplo de Marina Silva, Ciro Gomes e outros. A atenção maior, pelo menos por ora, se concentra no atual presidente da República, Jair Bolsonaro, e no seu principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva. O petista está novamente credenciado para figurar entre os concorrentes.

Fala-se também ainda, sem o antigo entusiasmo de outrora, quando as redes sociais fervilhavam elogios ao seu desempenho ministerial, da possibilidade de o ex-juiz Sérgio Moro substituir o presidente atual.

Presume-se até que Moro possa se candidatar à presidência, mas seria derrotado fragorosamente ainda no primeiro turno do embate, preveem entendidos de política. Será? Urnas são idênticas a fraldas de crianças: sempre reservam surpresas…

Enfim, podemos ter um duelo de gigantes no âmbito eleitoral, com o mito Messias contra o antigo presidente Lula. Se, por um lado, os apoiadores do atual presidente criticam o seu principal adversário {Lula}, elencando atos de corrupção, os do lado de lá {petistas} já argumentam que o Brasil está sem foco administrativo.

Convém aguardar para ver quem vai ser o nome da vez, no ato da conferência das urnas, se acaso tivermos eleições. Porque, no momento atual, de nada adianta torcer para um e outro: o maior desafio do País é sobreviver ao dragão covid-19. Esse é feroz e não admite tréguas, e tem aniquilado vidas sem a menor piedade. Como se diz por aí, valendo para os politiqueiros de plantão: “O amanhã a Deus pertence”.

Da Redação

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